Política
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino celebrou a cidadania baiana outorgada nesta sexta-feira (22), em cerimônia realizada em Salvador, ao som dos tambores percussivos da Bahia. A celebração contou com a presença de diversas autoridades do estado, como o governador Jerônimo Rodrigues (PT), a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), e o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), Marcus Presídio.
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Dino discursou sobre a soberania popular e a importância dos órgãos de controle estaduais. Ele falou sobre a importância da soberania brasileira em um momento de cobranças aos ministros do STF por conta da decisão que proferiu nesta semana, inviabilizando leis estrangeiras de serem aplicadas no Brasil.
“Um país que valoriza a sua Constituição não pode aceitar medidas de força que ameacem os seus cidadãos e suas empresas. E, se a Justiça brasileira aceita isso, significa dizer que nós renunciamos aquilo que não pode ser renunciado, que é o cumprimento da Constituição. Não esperem do Supremo que acirre disputas. Por outro lado, não esperem do Supremo que renuncie ao seu papel e que mate a soberania brasileira”, afirmou o ministro.
A declaração acontece quando um outro ministro da corte, Alexandre de Moraes, é alvo da chamada Lei Magnitsky, sanção aplicada pelo governo do país norte-americano. “Alguns acham que essa decisão e outras vêm no sentido de aumentar conflitos. É o contrário, é no sentido de harmonizar as situações contenciosas e, sobretudo, evitar conflitos no futuro”, completou.
A celebração de Dino contou ainda com o cantor Tonho Matéria, que cantou músicas da Bahia enquanto o ministro dançava e tentava batucar nos instrumentos. Veja:
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