Política

Presidente do PL minimiza briga e diz que vai conversar com Michelle e Flávio

Beto Barata/ PL
Valdemar Costa Neto tenta apaziguar os ânimos dentro do partido  |   Bnews - Divulgação Beto Barata/ PL
Anderson Ramos

por Anderson Ramos

Publicado em 25/06/2026, às 13h57



O presidente da Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, minimizou o atrito entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, e afirmou que vai ter uma conversa com os dois. 

Em nota publicada nas redes sociais, Valdemar afirmou que a liberdade para expressar o que se pensa, é a verdadeira essência da democracia e que as divergências fazem parte de qualquer ambiente vivo, plural e comprometido com ideias. 

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“O mais importante é que ao final de qualquer debate. permanecem intactos os valores e princípios que nos unem: a defesa da liberdade, o respeito às diferenças e a convicção de que cada pessoa deve ter o direito de ser exatamente quem é”, diz um trecho do comunicado. Veja a nota na íntegra ao final da matéria. 

A briga

Na quarta-feira (25), um vídeo postado por Michelle em suas redes sociais abalou a direita brasileira. No registro, ela conta situações envolvendo o pré-candidato do PL à Presidência e disse que foi desrespeitada e maltratada pelo senador.

“Ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para dizer o que me disse, teria sido melhor que não tivesse ligado. Foi muito ríspido, me desrespeitou e me tratou mal ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, respondi que tudo bem”, disse.

Flávio respondeu afirmando que não teve intenção de ofender a esposa do pai e pediu desculpas pelo episódio. “Nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai”, escreveu nas redes sociais.

Já nesta quinta (25), Michelle amenizou o tom e negou qualquer “briga” ou “competição”. Ela reforçou que os dois vão “trabalhar juntos para derrotar” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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