Política

Presidente do TSE, Cármen Lúcia condena casos de violência nas eleições

Rosinei Coutinho/SCO/STF
“Política não é violência, é a superação da violência", disse Cármen na abertura plenária da Corte  |   Bnews - Divulgação Rosinei Coutinho/SCO/STF

Publicado em 24/09/2024, às 20h55   Redação



A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, classificou como “ensurdecedor retrocesso civilizatório” os episódios de violência registrados durante o período eleitoral. Nesta terça-feira (24), durante a abertura plenária da Corte, a magistrada cravou que as agressões não serão toleradas pela Justiça Eleitoral. 

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“Política não é violência, é a superação da violência. Violência praticada no ambiente da política desrespeita não apenas o agredido, senão que ofende toda sociedade e a democracia”, disse Cármen Lúcia.

“Na mais subalterna e incivil descompostura, impõe-se às pessoas honradas do país, que querem entender as propostas que os candidatos têm para a sua cidade, sejam elas obrigadas a assistir cenas abjetas e criminosas, que rebaixam a política a cenas de pugilato, desrazão e notícias de crimes”, acrescentou a magistrada.

O posicionamento da presidente do TSE ocorre em meio aos casos de violência registrados na corrida eleitoral em São Paulo. Em setembro, o candidato José Luiz Datena (PSDB) deu uma “cadeirada” em Pablo Marçal (PRTB) durante um debate. 

Nesta segunda-feira (23), o cinegrafista de Pablo Marçal, Nahuel Medina, agrediu o marqueteiro de Ricardo Nunes (MDB), Duda Lima, com um soco. O caso foi registrado na polícia. Para autoridades, o funcionário do atual prefeito afirmou ter sido surpreendido com o golpe.

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