Política
Publicado em 11/05/2025, às 16h50 - Atualizado às 16h51 Cadastrado por Daniel Serrano
A proposta que prevê aumentar de 513 para 531 deputados, aprovada na Câmara na última terça-feira (6), enfrenta resistência no Senado. O texto é rejeitado tanto por parlamentares da base do governo quanto de oposicionistas. A informação é do site Metrópoles.
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De acordo com a publicação, um dos principais argumentos usados por senadores é de que “não é o momento” para discutir a proposta, por aumentar as críticas à classe política. No entanto, líderes partidários da Câmara garantem que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se comprometeu a pautar o assunto na Casa Alta.
A proposta para aumentar o número de cadeiras na Câmara é uma resposta a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Casa revise, até 30 de junho, a quantidade de parlamentares por cada estado, baseado no último censo demográfico, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022.
Se a Câmara seguisse a determinação, alguns estados perderiam deputados, já que houve queda da população, como a Bahia e o Rio de Janeiro.
Segundo a direção-geral da Câmara, o aumento no número de deputados pode causar um impacto financeiro anual de R$ 64,4 milhões. Por outro lado, o relator do texto na Câmara, deputado Damião Feliciano (União Brasil-PB), tem defendido que a proposta não traria gastos extras já que o orçamento da Câmara já comporta mais esse montante.
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