Política
O Partido dos Trabalhadores (PT) deu início a uma força-tarefa para diminuir o desgaste do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o eleitorado evangélico após as polêmicas envolvendo o desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao petista no Carnaval do Rio de Janeiro.
A deputada Benedita da Silva, considerada referência evangélica no partido, compartilhou no Instagram um vídeo em defesa da “família brasileira”.
“Então eu te pergunto: quem cuida de verdade das famílias neste país? A fé que eu aprendi no Evangelho não anda de mãos dadas com a mentira, porque a mentira nos aprisiona. [...] Como irmã, eu te peço, não entregue sua fé a quem quer usar o nome de Deus com interesse políticos e eleitorais; olhe para os frutos, para o cuidado. Fé de verdade não usa, fé de verdade se vive”, disse a parlamentar no conteúdo.
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Já o vice-presidente da sigla, Washington Quaquá defendeu o diálogo com os conservadores. Nas redes sociais, o petista afirmou que o PT é um “partido popular”.
“Uma parte significativa do nosso povo pensa assim e merece respeito. Se queremos construir maioria e ter hegemonia política, precisamos abraçar todo mundo. Política de verdade é a que une, não a que divide!”, escreveu.
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No Palácio do Planalto, a avaliação é que a crise envolvendo o PT e o eleitorado evangélico/conservador teve um impacto maior que o previsto, ganhando contornos ainda maiores por ser ano de eleição.
A Acadêmicos de Niterói foi rebaixada do Grupo Especial do Carnaval do Rio. A primeira-dama, Janja Lula, que estava prevista para desfilar, desistiu de última hora para evitar problemas jurídicos no futuro.
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