Política
Publicado em 14/07/2024, às 15h30 Luana Neiva
O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que vai levar o caso da “Abin paralela” à Justiça brasileira e a cortes internacionais, após ele ter sido um dos espionados pelo órgão, entre 2019 e 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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“Vou entrar na Justiça, até em cortes internacionais, como assistente da acusação no escândalo Abin. A grampolândia na cúpula da CPI mostra que a investigação pode ter sido embaraçada na ação marginal de órgãos de Estado. Fatos novos para PGR reabrir partes engavetadas por Aras”, disse ele no X (ex-Twitter).
De acordo com um relatório da PF, divulgado na semana passada além do senador, Randolfe Rodrigues (Sem partido - AP), Omar Aziz (PSD-AM) e Alessandro Vieira (MDB-SE), foram alvos do monitoramento.
Vou entrar na Justiça, até em cortes internacionais, como assistente da acusação no escândalo Abin. A grampolandia na cúpula da CPI mostra que a investigação pode ter sido embaraçada na ação marginal de órgãos de Estado. Fatos novos para PGR reabrir partes engavetadas por Aras.
— Renan Calheiros (@renancalheiros) July 12, 2024
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