Política
O pré-candidato à presidente da República, Renan Santos (Missão), admitiu que, caso seja eleito, terá que negociar a aprovação de projetos e indicações aos ministérios com partidos do chamado "Centrão", que classifica como corruptos. As declarações aconteceram durante as sabatinas do portal G1 e GloboNews, nesta quarta-feira (5).
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“A rota nossa é de colisão fiscal. O carrapato sabe que o boi não pode morrer, e eles sabem que, em alguma medida, reformas vão ter que passar. Tenho certeza que não dá para governar sem o Centrão, você não vai ver um discurso de molecagem. Eu terei que negociar com eles, compor o governo, mas vou estabelecer regras”, declarou.
O ativista de direita e fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) está em terceiro lugar nas pesquisas e tem a meta de desbancar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra o presidente Lula (PT).
“O eleitor brasileiro vai eleger pelo menos 300 parasitas e vagabundos. Como eu sou um democrata, vou ter que compor, mas não com bandido, o que eu não farei são negociações não republicanas”, disse.
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