Política
por Bruna Rocha
Publicado em 30/08/2025, às 09h30
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o reforço do policiamento nas áreas externas da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, onde ele cumpre prisão domiciliar.
Inicialmente, Moraes havia ordenado reforço de segurança apenas no condomínio, mas agora solicitou também monitoramento no entorno da casa. O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, havia alertado que a tornozeleira eletrônica poderia apresentar falhas e que a vigilância externa exigiria um reforço, sugerindo, a presença de agentes no interior da residência.
Após a manifestação da PF, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou. O procurador-geral, Paulo Gonet, avaliou que não há “situação crítica de segurança no interior da casa”, mas destacou a necessidade de reforço nas áreas próximas.
“Justifica-se, não obstante, o acautelamento das adjacências, como a rua em que a casa está situada e até mesmo da saída do condomínio”, afirmou Gonet.
A decisão ganhou força após a PF descobrir mensagens entre Bolsonaro, seus filhos e aliados sobre o desejo de pressionar o STF por anistia no processo sobre a tentativa de golpe de Estado. Além disso, foi localizada no celular do ex-presidente uma minuta de pedido de asilo ao presidente da Argentina, Javier Milei, em 2024.
Segundo Gonet, “a perspectiva de busca de refúgio do ex-presidente nesses países se torna digna de cuidados reativos por parte das autoridades nacionais”.
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