Política
Publicado em 22/12/2025, às 14h51 Anderson Ramos e Héber Araújo
O deputado e líder da base governista na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Rosemberg Pinto (PT), afirmou que a decisão da Justiça, que barrou a votação de Josias Gomes para o TCE-BA pegou todos de surpresa. Para o parlamentar, houve um “erro material”.
“Acho que tem um erro material nessa questão. Quem entrou com essa ação foi uma associação, essa associação de auditores. Não existe na Bahia nenhum auditor no Tribunal de Contas. Como é que ele pode representar um auditor que não existe? Acho um esdrúxulo, o atendimento, a manifestação de alguém que não tem representatividade para essa questão”, disse o parlamentar.
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Rosemberg apontou ainda que a ação teve origem em uma matéria de 2021. Ele apontou ainda que, ao longo deste ano, houveram manifestações do Supremo Tribunal Federal (STF), que deveriam ser consideradas na análise.
“Eu estou tratando essa decisão de uma forma respeitosa, porque é uma decisão da Justiça, mas num questionamento a materialidade”, disse o deputado.
A Justiça determinou, nesta segunda-feira (22), que a ALBA está impedida de votar a nomeação do deputado federal, Josias Gomes, ao TCE. O parlamentar foi nomeado ao tribunal pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). A suspensão será mantida até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 87.
O deputado apontou que nem a casa Legislativa nem o Executivo Estadual receberam a decisão e afirmou que, assim que a Justiça enviar a documentação sobre a suspensão da votação de Josias a procuradoria da ALBA irá analisar e rebater.
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