Política

Rui Costa freia anúncio de Haddad e detalha estudo sobre tarifa zero proposta por Lula

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Em entrevista, Rui Costa esclarece que não há planos imediatos para a tarifa zero no transporte público, apenas estudos em andamento.  |   Bnews - Divulgação Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 08/10/2025, às 09h08 - Atualizado às 09h40



O ministro da Casa Civil, Rui Costa, concedeu entrevista, nesta quarta-feira (8), ao programa Giro Baiana 1ª Edição da rádio Baiana FM, com transmissão na BNewsTV. Na oportunidade, o ex-governador da Bahia comentou sobre o pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que fosse realizado um estudo para analisar a viabilidade de implementar a chamada tarifa zero para a população.

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O pedido de estudo sobre a tarifa zero foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na última terça-feira (7), em entrevista ao programa "Bom dia, ministro", da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Haddad destacou que a gratuidade do transporte público é um desejo antigo no Brasil. 

"Nós sabemos que o transporte público no Brasil, sobretudo urbano, é uma questão importante para o trabalhador [...] Tem vários estudos que estão sendo recuperados pela Fazenda para verificar se existem outras formas mais adequadas de financiar o setor", afirmou Haddad.

No entanto, Rui Costa tratou de minimizar a fala do ministro da Fazenda e disse que o que aconteceu foi apenas um pedido feito por Lula na última reunião ministerial. Ainda segundo o comandante da Casa Civil, não há "nada programado para ano que vem nem para este ano". 

"O presidente, na última reunião de ministros, apenas solicitou os estudos. Não tem nada programado para ano que vem nem para este ano. Os estudos estão sendo feitos. Muitos teóricos afirmam que isso é possível, mas o presidente apenas solicitou os estudos", disse Rui Costa.

"Então, não vamos colocar o carro na frente dos bois. Os estudos ainda serão apresentados ao presidente para avaliar a viabilidade ou não e de onde virão eventuais recursos", acrescentou. 

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