Política
O ministro da Casa Civil, Rui Costa e a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, se reuniram nesta quarta-feira (18) com o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil -AP) um dia após o governo enfrentar uma sequência de derrotas no Congresso Nacional.
Durante a sessão conjunta de deputados e senadores para análise de vetos presidenciais na terça (17), parlamentares derrubaram medidas de interesse direto do Executivo em áreas como energia, política social e tributação. No final da sessão, Alcolumbre leu o requerimento de criação da CPI do INSS, abrindo caminho para a instalação da comissão.
De acordo com informações de O Globo, deputados aliados relatam que circulou nos corredores do Congresso a promessa de que o governo vai acelerar a liberação de emendas até o fim deste mês — um esforço para aliviar a pressão da base. O compromisso, segundo relatos de bastidores, é liberar R$ 2 bilhões em emendas parlamentares nos próximos dias. Esse movimento faz parte de uma tentativa mais ampla de recomposição política, em meio à insatisfação de líderes partidários com o ritmo da execução orçamentária.
Entre os principais resultados da sessão do Congresso estão a derrubada do veto à pensão vitalícia para crianças vítimas da síndrome congênita do vírus da Zika; a rejeição de dispositivos da reforma tributária que previam a taxação de fundos exclusivos de investimento; a queda de vetos relacionados ao setor elétrico, o que pode gerar impacto futuro nas contas de luz, com a contratação compulsória de determinadas usinas; a derrubada de trechos que dificultavam o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e ao auxílio-doença.
No caso da CPI do INSS, Alcolumbre a anunciou nos minutos finais da sessão. A expectativa agora é que o início efetivo dos trabalhos da comissão só ocorra após a liberação das emendas prometidas pelo governo.
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