Política
por Rebeca Santos
Publicado em 04/11/2025, às 08h56
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), preparou uma apresentação com detalhes para mostrar a Alexandre de Moraes (STF) em uma reunião com os chefes de segurança do estado sobre a operação nos complexos do Alemão e da Penha na semana passada.
Segundo informações do O Globo, pelo que aconteceu na reunião, Castro queria provar ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o que aconteceu foi uma guerra, um confronto armado, para rebater o que a defensoria e ONGs disseram: que a ação da semana passada foi um massacre.
Além de partes dos vídeos presos nos uniformes dos policiais, mostraram as tecnologias usadas na operação, como o drone térmico que ajudou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) a achar os traficantes na mata à noite.
Segundo o que relataram a Moraes, os drones mandaram a posição dos alvos para os monitores da tropa.
Essas imagens guiaram a chegada dos agentes e explicam por que eles cercaram os “soldados” de um dos chefes do Comando Vermelho, Edgar Alves de Andrade, o Doca, em grupos durante o confronto.
Outra informação que ainda não tinha saído era que a Polícia Militar usou 2.500 homens porque achava que o grupo de Doca tinha 500 homens.
De acordo com os participantes da reunião, Moraes disse ter ficado visível com as imagens exibidas pelo “Fantástico” no domingo, mostrando o resgate de um delegado durante o conflito.
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