Política

Saiba quem é o fã de Pablo Marçal acusado de atacar 18 ônibus em São Paulo

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Edson Aparecido afirmou que estava tentando curar o Brasil com seus ataques  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ redes sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 23/07/2025, às 16h15



O servidor público Edson Aparecido Campolongo, de 68 anos, foi identificado, nesta terça-feira (22), como sendo um dos suspeitos de atirar pedras contra 18 ônibus em São Paulo. Nas redes sociais, o suspeito é declarado fã do influenciador Pablo Marçal (PRTB), além de fazer publicações contra o presidente Lula (PT) e contra o ministro Alexandre de Moraes. 

Funcionário da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o suspeito tem perfis ativos nas redes sociais, como Instagram e Facebook, onde faz diversas postagens com conteúdos políticos, muitos deles com informações inverídicas. Outras publicações acusam o presidente do Brasil de ser contra o cristianismo. 

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“Vocês vão fazer o que dá vida depois que o Lula colocar o Boulos aqui em São Paulo? Porque é o que vai acontecer. Já tirou o Marçal, foi o último a lutar por vocês. Se você não sair para a guerra, meu irmão. Aqui nós estamos em São Paulo, estão fechando tudo aqui”, disse em postagem, onde gravou imagens de ônibus. 

A polícia civil identificou Edson como o principal suspeito dos ataques a ônibus que vinham ocorrendo em São Paulo. Os ataques consistiam em pedras que foram arremessadas contra os transportes públicos da capital paulista, que quebravam as janelas e chegaram a ferir os passageiros. 

O servidor foi levado para a Delegacia Seccional de São Bernardo, na região metropolitana, onde confessou ser responsável por 18 ataques, ocorridos entre São Paulo e Santo André. No interrogatório, ele afirmou que a ação buscava “consertar o Brasil”. Ele ainda reconheceu que sua atitude não é democrática. Ele disse ainda que o irmão, Sérgio Aparecido, de 56 anos, também participou de dois ataques.

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