Política
O servidor público Edson Aparecido Campolongo, de 68 anos, foi identificado, nesta terça-feira (22), como sendo um dos suspeitos de atirar pedras contra 18 ônibus em São Paulo. Nas redes sociais, o suspeito é declarado fã do influenciador Pablo Marçal (PRTB), além de fazer publicações contra o presidente Lula (PT) e contra o ministro Alexandre de Moraes.
Funcionário da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o suspeito tem perfis ativos nas redes sociais, como Instagram e Facebook, onde faz diversas postagens com conteúdos políticos, muitos deles com informações inverídicas. Outras publicações acusam o presidente do Brasil de ser contra o cristianismo.
“Vocês vão fazer o que dá vida depois que o Lula colocar o Boulos aqui em São Paulo? Porque é o que vai acontecer. Já tirou o Marçal, foi o último a lutar por vocês. Se você não sair para a guerra, meu irmão. Aqui nós estamos em São Paulo, estão fechando tudo aqui”, disse em postagem, onde gravou imagens de ônibus.
A polícia civil identificou Edson como o principal suspeito dos ataques a ônibus que vinham ocorrendo em São Paulo. Os ataques consistiam em pedras que foram arremessadas contra os transportes públicos da capital paulista, que quebravam as janelas e chegaram a ferir os passageiros.
O servidor foi levado para a Delegacia Seccional de São Bernardo, na região metropolitana, onde confessou ser responsável por 18 ataques, ocorridos entre São Paulo e Santo André. No interrogatório, ele afirmou que a ação buscava “consertar o Brasil”. Ele ainda reconheceu que sua atitude não é democrática. Ele disse ainda que o irmão, Sérgio Aparecido, de 56 anos, também participou de dois ataques.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato