Política
por Rebeca Santos
Publicado em 16/03/2026, às 08h15
Os três primeiros dias de funcionamento da sala-cofre da CPMI do INSS, que armazena dados de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, viraram uma bagunça e foram marcados por longas horas de trabalho de parlamentares e assessores em busca de informações nos mais de 400 GB de arquivos brutos e desindexados.
Esses dados vieram da quebra de sigilo telemático do banqueiro e foram enviados pela Apple, com conteúdos salvos na nuvem das contas dele.
A CPMI liberou todo o material sem fazer nenhum preparo ou colocar ferramentas para facilitar a consulta. A ideia foi dar acesso rápido aos parlamentares e assessores, já que não há certeza de que a comissão vai ser prorrogada e pode acabar no dia 28.
As regras para acessar os arquivos ficaram mais duras. Depois que a Polícia Federal abriu investigação por causa de vazamento de dados sigilosos do banqueiro, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), decidiu que essa nova parte dos dados fica só na sala-cofre da CPMI (um lugar com acesso controlado e sem internet).
A sala-cofre tem dois ambientes: um maior, com cinco computadores, e outro menor, com dois. No total, cabem até sete pessoas ao mesmo tempo, sem limite de horas para ficar.
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