Política
por Rebeca Santos
Publicado em 11/12/2025, às 06h54 - Atualizado às 06h54
Na festa de aniversário do ministro da Previdência do governo Lula, Wolney Queiroz (PDT), que aconteceu na noite da última quarta-feira (9) em Brasília, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), acabou sendo um dos assuntos mais comentados.
A comemoração foi na casa do deputado federal Mário Heringer (PDT-MG), uma mansão no Lago Sul, bairro chique da capital. O evento reuniu pessoas do governo Lula e deputados da esquerda e do Centrão.
Motta foi convidado, mas não foi. Na hora da festa, ele estava no plenário da Câmara comandando a votação do “PL da Dosimetria”, que diminui as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pela trama golpista.
Mesmo ausente, Motta virou foco das conversas. De acordo com relatos ao Metropóles, ele recebeu muitas críticas pela forma como agiu não só na terça-feira (9), mas nas semanas anteriores.
Pouco antes da festa, Motta ordenou que o deputado Glauber Braga (PSol-RJ) fosse tirado à força da cadeira da presidência no plenário. Jornalistas foram expulsos do local, e o sinal da TV Câmara foi desligado.
Enquanto Motta era criticado, seu antecessor na presidência da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), foi elogiado por alguns convidados da festa do ministro da Previdência do governo Lula.
Segundo relatos , parlamentares e pessoas do governo procuraram Lira pedindo que ele interferisse na forma como Motta estava atuando. Deputados diziam em voz alta que Lira “fazia falta”.
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