Política
O CEO da Instituto de Pesquisa Quaest, Felipe Nunes, avaliou, nesta segunda-feira (16), em entrevista ao Programa Roda Viva, da TV Cultura, que o governo Lula seria melhor avaliado se não fosse o escândalo da fraude no INSS. Segundo Nunes, o governo também patina no ir e vir de propostas apresentadas, o que também geraria dificuldade para construir credibilidade e confiança junto ao eleitorado.
"O governo lançou um pacote de programas muito bem avaliados. Na última pesquisa da Quaest, a gente testou: a média de aprovação de 13 itens de um pacote do governo era de mais de 75%. Então veio um resultado econômico percebido pela sociedade, o que não acontecia antes e, por outro lado, políticas aprovadas. Só que o INSS pegou o governo em cheio e a gente estima que, se não fosse o INSS, o governo teria um resultado de 4 pontos percentuais maior de aprovação do governo", disse Felipe Nunes, durante o Roda Viva.
"Se não fosse o INSS, o governo estaria colhendo um resultado positivo de quatro pontos, o que significa que a Quaest, ao invés de mostrar uma estabilidade, por exemplo, ou o DataFolha, o Ipec, que publicam resultados de avaliação, ao invés de mostrar estabilidade no quadro, a gente estaria mostrando um início de recuperação. Foi um elemento importante porque o governo não está conseguindo construir confiança e credibilidade com as pessoas. O governo vai e volta muitas vezes, apresenta propostas e depois retoma e isso gera insegurança no eleitorado", complementou Felipe Nunes.
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