Política

Secretário-geral do PL classifica indiciamento de Bolsonaro e Valdemar como "perseguição política"

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Com a conclusão do inquérito sobre o caso, a Polícia Federal (PF) indiciou Bolsonaro, Valdemar e mais de 30 pessoas nesta quinta-feira (21)  |   Bnews - Divulgação Foto: Valdmir Barreto
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 21/11/2024, às 18h15



O secretário-geral do Partido Liberal (PL), senador Rogério Marinho (RN), afirmou que os indiciamentos de Jair Bolsonaro (PL) e Valdemar Costa Neto (PL) eram “esperados” no inquérito que apura suspeita de tentativa de golpe de estado em 2023. O parlamentar classnão só era esperado como representa sequência a processo de incessante perseguição política ao espectro político que representam"ificou o ato como “perseguição política”. 

"Diante de todas as narrativas construídas ao longo dos últimos anos, o indiciamento do Presidente Jair Bolsonaro, do Presidente Valdemar Costa Neto e de outras 35 pessoas, comunicado na presente data pela Polícia Federal não só era esperado como representa sequência a processo de incessante perseguição política ao espectro político que representam", disse o secretário-geral do PL.

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Com a conclusão do inquérito sobre o caso, a Polícia Federal (PF) indiciou, no total, 37 pessoas nesta quinta-feira (21). 

No texto, o senador pede ainda que a Procuradoria-Geral da República (PGR), ao ser acionada pelo Supremo Tribunal Federal, ”possa cumprir com serenidade, independência e imparcialidade sua missão institucional, debruçando-se efetivamente sobre provas concretas e afastando-se definitivamente de meras ilações”.

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