Política

Senador reage a ação de PSOL e Rede contra Flávio Bolsonaro: "Inaceitável"

Marcos Corrêa / PR / Arquivo
O senador Rogério Marinho (PL/RN) afirmou que a esquerda tenta usar o Judiciário como extensão de seu projeto de poder  |   Bnews - Divulgação Marcos Corrêa / PR / Arquivo
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 30/05/2026, às 19h12



O senador Rogério Marinho (PL/RN), coordenador geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, reagiu, neste sábado (30), à ação de Rede Sustentabilidade e PSOL que pedem apuração da viagem do presidenciável aos Estados Unidos e se ele atentou contra a soberania nacional. Marinho disse que os partidos usam o Judiciário como "extensão se seu projeto de poder".

"É inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo. O mesmo campo político que hoje clama por "soberania" foi o que, durante anos, viajou o mundo denunciando o próprio país e buscando interferência estrangeira por razões ideológicas", escreveu Marinho, em publicação no X.

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O senador concluiu: "Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção. Enquanto a esquerda protege quem mantém relações de intimidade com o crime, nós continuaremos focados em desarticular as organizações que hoje dominam territórios e fazem reféns milhões de brasileiros. A soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo".

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