Política

Sidônio debocha de acusação sobre gabinete do ódio no governo Lula: “Não temos tempo para isso”

Renato Araújo/Câmara dos Deputados
Ministro da Secom participou de audiência pública na Câmara dos Deputados  |   Bnews - Divulgação Renato Araújo/Câmara dos Deputados
Anderson Ramos

por Anderson Ramos

Publicado em 18/09/2025, às 09h37



O ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Sidônio Palmeira, participou de uma audiência pública conjunta das comissões de Comunicação e Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (17) e respondeu a diversos questionamentos de parlamentares da oposição. 

Entre os temas abordados estava um suposto “gabinete do ódio” do governo Lula para promover ataques a adversários. Na resposta, o publicitário negou a acusação e usou da ironia ao afirmar que o tempo do governo é gasto com trabalho.

“Eu nunca vi um governo fazer tanta coisa assim. É impressionante”, iniciou Sidônio. “Eu acho que poderia ser até mais criativo, se usava gabinete do ódio no governo anterior. Não temos tempo para isso”, complementou. 

A iniciativa atendeu a pedido dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS), Gustavo Gayer (PL-GO) e Junio Amaral (PL-MG). Os parlamentares queriam que o ministro esclarecesse as ações da Secom, especialmente no que se refere a gastos com publicidade, políticas de combate à desinformação e a atuação do órgão em iniciativas de monitoramento digital.

Aos parlamentares, Sidônio explicou que o critério para distribuir verbas de publicidade é a audiência. “Não tenho compromisso com nenhuma agência publicitária ou veículo de comunicação. O critério para distribuição da verba foi, é, e sempre será a audiência, portanto, não há preferência por jornal A ou B”, afirmou. 

O ministro também defendeu a regulação das redes sociais e disse que o governo não é "adversário das plataformas". "Defendo a regulação, as plataformas já concordam com parte disso, elas querem discutir algumas formas em relação a isso."

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