Política

STF autoriza visitas a Bolsonaro; veja lista com datas e nomes

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Entre as visitas agendadas, destacam-se senadores como Marcos Rogério e Carlos Portinho, que devem discutir o projeto de lei da anistia.  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 16/09/2025, às 10h01 - Atualizado às 10h01



O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a receber dez visitas para acontecer ao longo dos próximos dias, como a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

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Nesta terça-feira (16), Bolsonaro teria a visita do senador Carlos Portinho (PL-RJ), mas o compromisso precisou ser cancelado por conta de uma viagem do parlamentar. Em seguida, a defesa do ex-presidente solicitou que a data fosse destinada à visita de Tarcísio. No entanto, ainda não há deliberação do ministro Alexandre de Moraes.

Já para esta quarta-feira (17), Bolsonaro deve receber o senador Marcos Rogério (PL-RO). Também estão agendadas uma série de visitas ao ex-presidente na próxima semana, quando lideranças do Congresso Nacional devem visitá-lo  para tratar do projeto de lei da anistia. 

Confira a lista de visitas autorizadas: 

  • Marcos Rogério – 17/9
  • Sanderson – 18/9
  • Bruno Scheid – 19/9
  • Adolfo Sachsida – 19/9
  • Rodrigo Valadares – 22/9
  • Rogério Marinho – 23/9
  • Sóstenes Cavalcante – 24/9
  • Valdemar Costa Neto – 25/9
  • Wilder Moraes – 26/9
  • Tarcísio de Freitas – 29/9

Bolsonaro preso

Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por ter descumprido as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes. 

No entanto, existe a possibilidade de o ex-presidente cumprir a pena imposta pela Primeira Turma do STF no inquérito da trama golpista em regime fechado. De acordo com  o jornal O Globo, quatro opções estão sendo levantadas: a manutenção da prisão domiciliar; uma cela especial na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal; no Complexo Penitenciário da Papuda ou no Comando Militar do Planalto.

A decisão final sobre onde Bolsonaro vai cumprir a pena cabe ao ministro Alexandre de Moraes.

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