Política
por Daniel Serrano
Publicado em 24/02/2026, às 18h55 - Atualizado às 18h56
O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino, agendou para março o julgamento de uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o pastor Silas Malafaia.
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A análise foi marcada para ocorrer entre os dias 6 e 13 de março. Além de Dino, também integram o colegiado os ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes, que é o relator do caso.
Na denúncia, a PGR acusa Malafaia de ter cometido injúria e calúnia contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. O caso teria ocorrido durante uma
manifestação em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizada em São Paulo. Na oportunidade, o pastor chamou os generais de "frouxos, covardes e omissos" e que os militares "não honram a farda que vestem".
Malafaia já negou ter ofendido diretamente o general. Em sua manifestação enviada ao STF, o pastor alegou ter feito críticas genéricas ao alto comando militar e que não teve a intenção de atingir o general.
"Reitere-se que não houve ofensas, mas sim críticas. E as críticas apresentadas pelo denunciado foram genéricas, não se voltando contra pessoas específicas ou identificando quem quer que seja, e, obviamente, não tendo o intuito de desonrar a suposta vítima", disseram os advogados de Malafaia.
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