Política
Publicado em 27/12/2022, às 10h47 - Atualizado às 10h48 Cadastrado por Daniela Pereira
Preso sob suspeita de armar um atentado a bomba, George Washigton de Oliveira Sousa, 54 anos, fez um pedido inusitado aos policiais no momento do registro do Boletim de Ocorrência. Apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL), ele foi preso sob suspeita de ter colocado uma bomba no aeroporto internacional de Brasília.
Durante audiência de custódia, George Washigton disse que foi bem tratado pelos policiais que efetuaram sua prisão, mas revelou que pediu aos policiais que não colocassem o nome do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do presidente eleito, Lula (PT), nos autos de ocorrência.
Com ele a polícia apreendeu duas espingardas, um fuzil, dois revólveres, três pistolas, cinco emulsões explosivas, munições e uniformes camuflados.
Apesar do esquema de segurança reforçado em Brasília, autoridades ligaram o sinal amarelo para todo o Brasil. Segundo informações do Correio Brasiliense, trocas de mensagens cifradas em aplicativos de conversas apontam que os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) planejam atentados em diferentes estados do país.
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