Política

Tarcísio de Freitas debate anistia e eleição presidencial durante visita a Jair Bolsonaro; Saiba detalhes

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Governador de São Paulo criticou a PL da Dosimetria e definiu futuro sobre eleição presidencial  |   Bnews - Divulgação Antonio Cruz/Agência Brasil
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 29/09/2025, às 19h29



O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se encontrou com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue em prisão domiciliar, nesta segunda-feira (29), em Brasília. Na saída, o político paulista criticou o PL da Dosimetria e afirmou que concorrerá à reeleição ao governo de São Paulo. 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que também esteve presente no encontro reforçou que o pai, condenado a 27 anos de prisão e inelegível até 2060, deve ser o candidato da direita para as eleições presidenciais de 2026. O filho do ex-presidente ainda defendeu que a PL da anistia seja aprovada de forma irrestrita. 

PL da Dosimetria

Segundo o governador, a proposta de reduzir a pena do ex-presidente, dos condenados pelos atos do 8 de Janeiro e dos demais condenados pela trama golpista “não satisfaz”. Ele reafirmou que Bolsonaro está preso por crimes que não cometeu. “Não satisfaz porque não se pode tratar de redução de penas quando há pessoas presas por crimes que não cometeram”, disse.

Questionado sobre a conversa que teve com o ex-presidente, Freitas disse não ter consertado especificamente sobre a anistia, mas defendeu o perdão como forma de “pacificação” do país.

Eu acredito, sim, que a anistia é um caminho de pacificação. Muitas pessoas que estão presas não sabiam exatamente o que estavam fazendo. Já cumpriram pena, já entenderam que toda depredação é deplorável e condenável. O que aconteceu em 8 de janeiro é deplorável, é condenável, e não podemos estimular esse tipo de coisa”, declarou. 


Candidatura presidencial

Apontado com um dos principais nomes para disputar as eleições de 2026, contra do presidente Lula (PT), Tarcísio afastou a possibilidade e reforçou que será candidato a reeleição como governador de São Paulo. Conforme ele, a visita não busca uma “benção política” mas uma cortesia a um amigo. 

Sou candidato à reeleição, como eu tenho dito. Isso já está claro. Vim fazer uma visita de cortesia, visitar um amigo”, afirmou.

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