Política
por Héber Araújo
Publicado em 13/08/2026, às 16h33
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou, nesta quinta-feira (13), que a filiação do senador e candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro não foi fruto de um ataque hacker. Segundo a corte, o registro ocorreu por um cadastro feito por alguém da própria legenda que possui credenciais para realizar filiações.
Em comunicado oficial, o TSE revelou ter acionado a Procuradoria-Geral Eleitoral e a Polícia Judiciária para que o caso seja investigado e medidas sejam tomadas. O presidente da corte, Kássio Nunes Marques ainda determinou que a filiação de Flávio seja restabelecida ao PL, para dessa forma ele ser autorizado a concorrer às eleições.
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“O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações”, diz a nota da corte.
“O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, enviou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral para providências e determinou instauração de inquérito por parte da Polícia Judiciária”, completa.
Mais cedo, a defesa de Flávio havia informado que identificou uma alteração na filiação partidária e sustentou que houve uma invasão no sistema. O senador chegou a se manifestar nas redes sociais, acusando adversários políticos de terem feito a mudança, como parte de um “jogo sujo” para que ele seja derrotado nas eleições.
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