Política
A criação da federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e PP, foi aprovada, por unanimidade, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na manhã desta quinta-feira (26). A aliança entre as siglas vale para as eleições de 2026.
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A relatora, ministra Estela Aranha, disse que os partidos atenderam a “todos os requisitos formais”. No entanto, os ministros da Corte determinaram alguns ajustes no estatuto da Federação.
Dois trechos conflitantes com decisões do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF) terão que ser alterados: um que permite a recondução infinita de dirigentes e outro que prevê a intervenção do comando nacional em direções locais sem ampla defesa.
Segunda maior bancada da Câmara
Além do maior fundo eleitoral, a Federação também terá a segunda maior bancada da Câmara, atrás apenas do PL, que, durante a janela partidária, atingiu 106 deputados federais; uma das maiores composições do Senado; e cerca de 1,3 mil prefeitos em todo o país, superando o PSD (877).
A federação partidária existirá por, no mínimo, quatro anos. A saída dos partidos antes desse período pode levar a punições. No período entre 2026 e 2029, a presidência da federação será exercida por Antonio de Rueda, presidente do União Brasil. Já a vice-presidência será comandada por Ciro Nogueira, do PP.
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