Política
Publicado em 26/06/2025, às 08h42 - Atualizado às 08h43 Yuri Pastori
Uma articulação inédita entre os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), resultou na derrota expressiva do governo Lula, na última quarta-feira (26), no Congresso Nacional — com a derrubada dos decretos do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Foi a primeira vez, nos últimos 30 anos, que um decreto presidencial foi derrubado pelo Congresso.
O governo foi surpreendido quando descobriu que o Senado votaria a queda do decreto ainda na mesma noite em que a Câmara. A avaliação do governo é que a união entre o Senado e a Câmara fortalece o Legislativo não apenas nas negociações com o Palácio do Planalto, mas também diante do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme noticiou o Blog do Camarotti do portal G1.
Motta e Alcolumbre irão participar juntos de uma audiência com o ministro Flávio Dino, do STF, sobre a liberação de emendas parlamentares. O governo reconhece dois fatores que contribuiram para a derrota no Congresso: a queda de popularidade do presidente Lula nas pesquisas (o que fortalece a oposição para 2026) e a insatisfação com a demora na liberação de emendas parlamentares.
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