Política
por Leonardo Oliveira
Publicado em 28/05/2026, às 23h51
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, se posicionou, nesta quinta-feira (28), após a decisão do governo Trump, dos Estados Unidos, classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. De acordo com o governador, “usar deste combate para violar a soberania de outra nação não vai enfraquecer a violência”.
“O combate ao crime organizado e às facções é obrigação de todos nós governantes. Mas, usar deste combate para violar a soberania de outra nação não vai enfraquecer a violência. Cooperação Internacional no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas sim, intervenção na política interna de outro país, não”, afirmou Jerônimo.
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O governador reforçou seu apoio ao presidente Lula, que rejeita a classificação das facções criminosas PCC e CV como terroristas como anunciado pelo governo dos EUA, porque estas agem por dinheiro e o terrorismo tem inspiração política. “Sabemos que essa decisão poderá causar danos nas relações diplomáticas, na economia, no turismo e no comércio internacional”, ressaltou.
De acordo com Jerônimo Rodrigues, trata-se “de mais um ato de traição cometido pela família Bolsonaro e em especial o candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, que entrega nossa soberania a um país estrangeiro por mera politicagem”.
“De nossa parte, em parceria com o governo federal, continuaremos combatendo com mão firme o crime organizado em nosso estado, com investimentos, operações e inteligência policial”, finalizou em postagem.
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