Política

Vereador diz que filiação de Angelo Coronel ao Republicanos representa “acolhimento de bons quadros”

David Santana / BNews
“Parabéns aos Republicanos, um partido que está ao nosso lado em todo esse período", disse o vereador Cláudio Tinoco em entrevista  |   Bnews - Divulgação David Santana / BNews
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 17/03/2026, às 18h02



O vereador de Salvador, Cláudio Tinoco (União Brasil), afirmou que o embarque de Angelo Coronel no Republicanos para disputar à reeleição ao senado fortalece o grupo político liderado por ACM Neto (União Brasil). O edil exaltou as articulações pela legenda, destacando o “acolhimento realmente de bons quadros” para integrar à base do ex-prefeito de Salvador. 

“Parabéns aos Republicanos, um partido que está ao nosso lado em todo esse período, fazendo com que o nosso grupo possa ter alternativa de acolhimento realmente de bons quadros como Angelo Coronel, Diego Coronel e Ângelo Coronel Filho”, destacou o vereador em entrevista à imprensa na tarde desta terça-feira (17). 

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Para jornalistas, Cláudio Tinoco comentou ainda a possibilidade de Léo Prates, que anunciou a saída do PDT, integrar o time do Republicados. De acordo com ele, tanto o nome de Coronel como do deputado federal são “reforços importantes credenciado na Bahia e em nível nacional”. 

“Eles estão 100% ligados ao nosso grupo a partir de agora e vão ter um papel importantíssimo nas eleições, sobretudo na eleição de ACM Neto em outubro”. 

O edil abordou ainda o leilão do antigo Centro de Convenções de Salvador pelo Governo do Estado. Tinoco apontou preocupações com o processo conduzido pela gestão estadual, chefiada por Jerônimo Rodrigues (PT) e cobrou mais transparência sobre os trâmites do equipamento. 

Uma audiência pública está marcada para está quarta-feira (18) para tratar sobre o tema. O leilão do antigo Centro de Convenções está agendado para 26 de março. O lance mínimo é de R$ 141,3 milhões

“[Os vereadores já aprovaram] há dois anos uma indicação ao Governo do Estado para desmonte e demolição. Ninguém suporta mais aquelas ruínas. Por outro lado, o edital, depois de 11 anos de abandono, depois de 11 anos parado após o desabamento, a gente ter 15 dias, apenas, para que empresas possam apresentar propostas para uma compra de valor mínimo de R$ 141 milhões. É pouquíssimo tempo”, cravou.

“Tem parâmetros específicos de construção e a gente não vê nenhuma referência no edital. Então eu não sei, inclusive, da viabilidade da venda. É possível até que possa dar deserta esse leilão. O que nós queremos é ampliar, dar transparência, ouvir a todos e esclarecer, sobretudo, a população do entorno”, acrescentou. 

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