Política

Vereadora de Salvador critica oposição por querer afastar do governador responsabilidade por segurança na capital

Antônio Queirós / CMS
A vereadora Cris Correia (PSDB) discursou nesta segunda-feira (31) em sessão da Câmara Municipal de Salvador  |   Bnews - Divulgação Antônio Queirós / CMS


A vereadora Cris Correia (PSDB) questionou nesta segunda-feira (31), durante sessão ordinária da Câmara Municipal de Salvador, o que ela considerou ser "política de conveniência" de membros da oposição que buscam dissociar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) da crise de segurança pública que ocorre em Salvador.

"É a política da conveniência. Por que estou dizendo isso? Eu sempre acho que a implementação de uma cultura de paz sempre será resultado de uma ação conjunta dos governos estaduais, municipais, federais, das instituições que militam nesse segmento e sobretudo de cada cidadão da nossa sociedade", disse a edil tucana.

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Ela continuou: "É no mínimo estranho ouvir nossos colegas aqui da oposição dizerem que não adianta 'BaVi' para resolver esse problema. O que é de responsabilidade do governador é de responsabilidade do governador, o que é de responsabilidade da prefeitura é de responsabilidade da prefeitura e o que é de responsabilidade dos cidadãos e de todos os entes federativos é e de responsabilidade dos cidadãos e de todos os entes federativos".

Em seguida, a vereadora afirmou que a maior parcela de responsabilidade no enfrentamento à violência cabe ao governo estadual. "Se o governador Jerônimo Rodrigues assumir a parte nesse latifúndio, que é a maior, diga-se de passagem, constitucionalmente a questão da segurança é com ele. E é ele que tem que responder por isso porque o prefeito está fazendo a parte dele", comentou.

A vereador disse que a prefeitura cumpre seu papel: melhorar a iluminação, ordenar o uso do solo, ordenar a utilização dos espaços públicos. "E isso é o que a gente tem visto acontecer na cidade de Salvador. Porém, nesse momento, no ponto que eu considero talvez o mais delicado dos últimos anos na nossa cidade, que é a questão da insegurança pública; aí me vem com esse discurso de que não adianta culpabilizar, não adianta responsabilizar o governo do Estado", questionou.

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