Política

Vice-presidente exalta “Repactuação de Mariana” após cerimônia no Planalto

Marcelo Camargo / Agência Brasil
O acordo de Mariana prevê o pagamento de R$ 132 bilhões e parte desse valor deve ser pago em até 20 anos pelas empresas envolvidas  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo / Agência Brasil
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 26/10/2024, às 19h29



O vice-presidente da república, Geraldo Alckmin (PSB), celebrou a "Repactuação de Mariana", um acordo assinado em cerimônia realizada no Palácio do Planalto nesta sexta-feira (25). O Governo Federal, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), assinou o novo acordo para reparação integral e definitiva dos prejuízos causados pelo rompimento da Barragem do Fundão, em 2015, a maior catástrofe ambiental do país.

Segundo Alckmin, " a maior tragédia ambiental da história deve levar, necessariamente, à maior reparação da história".

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E emendou:

"O acordo de Mariana deve, de um lado, impor àqueles que causaram a tragédia o dever de reparar as vítimas, e, de outro, às vítimas, o sagrado direito de serem reparadas. Uma dolorosa lição, para que nosso meio ambiente e a vida não sejam subordinados a outros interesses, e episódios terríveis como o colapso da Barragem do Fundão não se repitam", disse. 

De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República – Secom/PR, o acordo prevê o pagamento de R$ 132 bilhões, dos quais R$ 100 bilhões representam novos recursos que devem ser pagos em até 20 anos pelas empresas envolvidas na tragédia ao poder público para serem aplicados em diversas destinações.

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