Política
por Anderson Ramos e Daniel Serrano
Publicado em 03/08/2025, às 11h52 - Atualizado às 11h52
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizam a mobilização nacional “Reaja Brasil”, neste domingo (8), em todo o Brasil. Em Salvador, o ato teve como palco o Farol da Barra. O movimento critica o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente do ministro Alexandre de Moraes.
O ato na capital baiana não contou com as presenças do presidente estadual do PL e ex-ministro de Bolsonaro, João Roma, e de sua esposa, a deputada federal Roberta Roma (PL). Presente na manifestação, o deputado federal Capitão Alden (PL) reagiu às ausências de seus correligionários.
"Eu não sei da agenda do presidente João Roma, não sei da agenda da deputada federal Roberta Roma, e de outros parlamentares que são no PL hoje. Eu não posso falar por eles. Eu falo que o meu mandato está aqui presente. Acho que cada um tem que assumir a responsabilidade pelo seu mandato. Cada um tem uma forma de fazer a política",
Alden ainda comentou sobre os rumos do PL nas eleições do ano que vem. Ao ser questionado se o partido deveria ter uma candidatura própria do PL ao governo ou adesão à chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), o parlamentar defende que sejam revistos alguns acordos já firmados entre o bolsonarimo e o carlismo.
"Hoje eu defendo que o PL seja fortalecido. O que eu tenho ouvido muito é: 'vamos nos unir para tirar o PT, para tirar a esquerda'. A gente dá a nossa contribuição, dá o nosso esforço, mobiliza em torno de um pensamento. Mas, infelizmente, esses mesmos partidos que falam em união dos partidos para tirar a esquerda não têm tratado o PL com respeito. Não cumprem e não honram os compromissos dos acordos", declarou.
"Nós estabelecemos algumas condicionantes, por exemplo, a implementação de ações que sinalizem, que façam gestos para o nosso grupo. E a gente não vê isso. A gente percebe que em todas as prefeituras que nós apoiamos, nenhuma cumprida esses acordos. Então, eu acho que, para garantir o pensamento de uma joguinha, de uma coligação forte contra a esquerda ou contra o PT, que seja, temos que resolver as situações internas", arrematou.
João e Roberta Roma não deverão ser as únicas lideranças bolsonaristas a se ausentarem das manifestações pró-Bolsonaro. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que cumpre agenda no Pará, não deverá comparecer ao ato que acontecerá na Avenida Paulista, em São Paulo.
Outro nome que não deve participar do ato deste domingo (3) é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele deve se ausentar por conta de uma cirurgia de tireoide.
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