Política
Publicado em 23/05/2025, às 12h13 - Atualizado às 12h13 Yuri Pastori e Daniel Serrano
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) lamentou nesta sexta-feira (23) a confusão que aconteceu na última quinta-feira (22), no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador (CMS). Na oportunidade, a Casa Legislativa iniciava uma sessão extraordinária para votar o reajuste salarial dos servidores da capital baiana. No entanto, a reunião foi suspensa após sindicalistas invadiram o auditório do espaço. Alguns vereadores foram agredidos pelos manifestantes.
Em entrevista coletiva, durante o anúncio de um investimento de R$1,5 bilhão do Governo Federal para os portos de Aratu e Ilhéus, o governador elogiou a atuação da Polícia Militar que foi ao local para conter os manifestantes.
“Eu nem sabia do que estava acontecendo. Quando eu soube foi à noite e procurei saber da Casa Militar o que houve. Inclusive vi imagens onde a Polícia Militar teve um comportamento de tranquilizar. Ninguém pode dizer que houve ali uma tentativa de a Polícia Militar agredir alguém, forçar bar. É isso que a gente orienta para o papel da Polícia Militar nesses casos”, disse Jerônimo Rodrigues.
“Fiquei sentido com o que aconteceu. A gente não combina a agressão física com quebrar equipamentos públicos ou, da mesma forma, se fazer agendas públicas em sigilo. Democracia não comporta mais isso”, emendou o governador.
Depois da confusão, a CMS aprovou os reajustes de servidores de Salvador, contrariando os professores da rede municipal de educação, que defendem o pagamento do piso nacional da categoria. Em resposta, o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) aprovou, na noite desta quinta-feira (22), o estado de greve para toda a categoria.
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