Política
por Héber Araújo
Publicado em 26/02/2026, às 15h06 - Atualizado às 15h11
A sessão desta quinta-feira (26) da Comissão Mista de Inquérito (CMPI) que investiga as fraudes do INSS terminou em uma briga generalizada após os parlamentares presentes aprovarem a quebra de sigilo bancário do filho do presidente Lula. Fábio Luíz Lula da Silva, o Lulinha, se tornou pessoa de interesse por relação com o principal suspeito das fraudes, o Careca do INSS.
Com a decisão de quebra de sigilo bancário de Lulinha, todas as movimentações do filho do presidente, desde janeiro de 2022 até janeiro desde ano, serão analisadas pela CPMI. Após essa decisão, políticos da base governista alegaram que houve fraude na contagem de votos e partiram para cima do presidente da comissão.
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O pedido de quebra de sigilo foi baseado em uma representação da Polícia Federal para apurar se o filho do presidente e pré-candidato a reeleição foi alvo de repasses das fraudes do INSS.
A confusão começou com o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) declarou que houve fraude na votação contestando o resultado anunciado pelo presidente da comissão, Senador Carlos Viana (Podemos-MG), que rebateu as acusações.
Após o bate boca entre parlamentares, o deputado Rogério Correia (PT-MG) acabou avançando contra o relator da CPMI e autor do pedido de requerimento, Alfredo Gaspar (União-AL) com ofensas e acusações. Na sequência o petista empurrou Luiz Lima (Novo-RJ), este que revidou com socos. Neste momento, a sessão que estava sendo transmitida pela TV Senado foi suspensa.
Nas redes sociais, o petista mineiro publicou uma cena da briga entre ele e Alfredo Gaspar, onde escreveu na legenda: “Bolsonarista mente que nem sente” e denunciou que foi agredido “covardemente”.
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