Política

CPMI do INSS decide sobre quebra de sigilo bancário do filho de Lula

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CPMI do INSS se reúne para votar quebras de sigilo, incluindo do filho do presidente Lula, em busca de esclarecer fraudes  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 25/02/2026, às 12h33 - Atualizado às 12h33



A CPMI do INSS, que investiga fraudes e irregularidades na concessão de benefícios previdenciários, irá votar nesta quinta-feira (26), às 9h, na sua 32ª reunião, uma lista com 87 requerimentos que incluem pedidos de quebras de sigilos bancários e fiscais, entre eles os do filho do presidente Lula, Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

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Além disso, a Comissão analisará novas convocações e depoimentos. Segundo a Agência Senado, os parlamentares também irão ouvir o empresário Paulo Camisotti, o deputado estadual Edson Cunha de Araújo (MA) e o advogado Cecílio Galvão.

Paulo Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, preso sob a acusação de envolvimento nas fraudes no INSS. Ele é investigado por suposta participação em esquema de descontos não autorizados.

O deputado Edson Cunha de Araújo é citado em apurações da Polícia Federal (PF) por ter movimentado e recebido recursos de uma entidade ligada trabalhadores da pesca e da aquicultura do Maranhão.

Já Cecílio Galvão teria recebido cerca de R$ 4 milhões de entidades investigadas por fraude. Ele é um dos sócios de uma prestadora de serviço para institutos de previdência de cidades de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo o relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União -AL), mensagens interceptadas mostram que o “Careca do INSS” teria dito ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil à empresa de Roberta Luchsinger, peça central da organização criminosa, que tratava-se de “o filho do rapaz”, possível referência a Lulinha. 

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