Salvador
Publicado em 10/02/2026, às 18h50 Bernardo Rego e Cauan Borges
Os ambulantes que vão trabalhar no Carnaval de Salvador já estão nas ruas vendendo as bebidas desde o final de semana com Fuzuê e Furdunço. Nesta terça-feira (10) o Bnews conversou com alguns ambulantes para saber como estão as vendas
Efigênia contou à equipe de reportagem que as vendas, até o momento, não estão muito boas, mas ela acredita que vai ter uma melhora nos próximos dias. "Está razoável, mas vai melhorar. O que eu investi no Pipoco já tirei, então o que eu vender agora é lucro", pontuou.
Para Cláudia, que atua no Carnaval há 33 anos, apesar de gostar de trabalhar nessa época, a situação está ficando difícil. "Festa que eu gosto de trabalhar, mas está ficando difícil a cada dia. Eu preferia quando eu pagava (o kit) porque eu tinha o direito de escolha e hoje nós não temos", disse. Esse ano a patrocinadora (Brahma) deu o kit de graça aos ambulantes.
Já para Rosileide as vendas estão péssimas porque, na visão dela, a restrição da venda de bebidas determinadas pelo patrocinador. "Para mim foi péssima (as vendas). Ano passado trabalhamos com as cervejas proibidas e esse ano proibiram de vender essas cervejas. Muita procura e a gente não conseguiu vender. A venda do sábado pra cá não foi muito boa. Domingo não vendemos nada. Ninguém quer beber brahma ficamos com a mercadoria toda na caixa", contou. A mesma opinião foi externada por Rosângela ao dizer que as vendas no sábado e domingo não foram boas por conta do movimento fraco.
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