Salvador
Após a denúncia de que os alimentos dos ambulantes do Carnaval de Salvador estariam chegando estragados, com odor desagradável e sabor azedo, a categoria falou da dificuldade em conseguir a licença para atuar nos circuitos e do tratamento dado pela Prefeitura.
Andressa Silva é uma das ambulantes do Circuito do Campo Grande e desabafou em relação a falta de atenção da gestão municipal. "As refeições são horríveis, dá nojo só de olhar e também estão proibindo a gente de tomar banho, né?". A trabalhadora atribui o tratamento ao fato de não ter licença para atuar na festa.
"Quando eu fui tirar a licença, já tinha encerrado a licença já. Rapaz, tipo a alimentação, eles só dão para quem é credenciado, quem tem licença. A limitação disso que é feia é horrível, isso que é nojento."
Edna Maria confirmou a versão de Andressa sobre a dificuldade em adquirir a licença. A trabalhadora contou que a situação está complicada pelo fato de nçao ter conseguido a liberação para vender no circuito.
"A gente chegou aqui na avenida, a fiscalização proibiu a gente de trabalhar com a caixa velha porque a gente não tinha conseguido tirar a licença. E tinha que ter mais fiscalização lá dentro dos órgãos responsáveis sobre isso porque, tiveram pessoas que tiraram mais de uma licença em um CPF só e quem realmente precisa, não teve direito."
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