Salvador

"Quem vai pagar?": Fechamento do Bombar gera denúncias de salários atrasados e humilhações em casa noturna de Salvador

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A casa noturna Bombar RV, no Rio Vermelho, encerra atividades e provoca reações nas redes sociais, incluindo críticas sobre gestão.  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 11/04/2026, às 14h05



O anúncio do fechamento da casa noturna Bombar RV, no Rio Vermelho, em Salvador, ganhou novos desdobramentos e passou a ser alvo de críticas nas redes sociais. Após o desabafo da proprietária, a DJ Gabi da Oxe, sobre as dificuldades de empreender sendo mulher, surgiram relatos que colocam em xeque a versão apresentada.

Entre as manifestações, o humorista Daniel Ferreira questionou publicamente a condução do encerramento das atividades, levantando suspeitas sobre pendências com funcionários. Segundo ele, comentários de ex-colaboradores indicam que trabalhadores estariam há meses sem receber salários.

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O problema não é a mulher que não consegue administrar um bar em Salvador. O problema é: que dia que os funcionários vão receber?", disse.

O humorista afirmou ainda que os trabalhadores não teriam sido avisados previamente sobre o fechamento, o que teria dificultado a busca por novas oportunidades.

Confira o vídeo de Daniel Ferreira:

As críticas também vieram de pessoas que afirmam ter trabalhado no estabelecimento. Em um dos depoimentos, um ex-colaborador descreve um cenário de acúmulo de funções, falhasno cumprimento de direitos trabalhistas e humilhações que iam além do expediente.

Segundo o relato, o espaço já enfrentava dificuldades há algum tempo, com problemas estruturais e operacionais no dia a dia. O ambiente de trabalho é descrito como "tóxico", com pressão psicológica constante e falta de condições básicas para atendimento ao público.

O ex-funcionário, que já havia saído da empresa antes do seu fechamento, também contesta a justificativa apresentada pela proprietária: "O problema ali nunca foi gênero, foi falta de competência administrativa", afirmou.

Ainda de acordo com ele, haveria: salários atrasados, FGTS não depositado e ausência de aviso prévio sobre o fechamento. O depoimento afirma que a equipe foi surpreendida com o encerramento das atividades, sem planejamento ou suporte.

Confira o relato na íntegra:

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