Salvador

Reajuste salarial de professores pode deixar de ser votado na Câmara; entenda

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Proposta de reajuste salarial de 6,27% para professores da rede municipal enfrenta resistência da categoria  |   Bnews - Divulgação Devid Santana/BNews
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 13/05/2025, às 20h08



O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Carlos Muniz (PSDB), pode não colocar em votação a proposta apresentada pela prefeitura de Salvador para reajustar o salário dos professores do município em 6,27%. 

Carlos Muniz recebeu, na tarde desta terça-feira (13), integrantes da Associação dos Professores Licenciados do Brasil (APLB). O presidente do Legislativo adotou um tom “mediador” ao tratar da demanda.

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“Então, se ele [Bruno Reis] enviar para a Câmara o reajuste de 6,27%, vocês não querem que vote?”, questionou o vereador, que recebeu um posicionamento favorável.

Ainda nesta terça, foi entregue pelo dirigente da APLB/Sindicato, Rui Oliveira, um documento para a intermediação entre a categoria e a prefeitura. Os professores da rede municipal estão em greve desde 9 de maio. 

Para o presidente da Câmara, Rui Oliveira informou que os 6.27% oferecidos não alcançaram o piso salarial estabelecido pela Lei Federal nº 11.738/2008 e que o cumprimento da medida na capital baiana está defasado desde 2019.

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