Salvador
Publicado em 30/05/2025, às 08h13 - Atualizado às 08h31 Vagner Ferreira e Silvânia Nascimento
Comerciantes da Centrais de Abastecimento (Ceasa) do Ogunjá, em Salvador, fizeram um protesto em frente à Cesta do Povo após serem surpreendidos pela interdição do local, determinada pelo governo do estado, sob a justificativa de risco de desabamento da estrutura.
A revolta se intensificou porque, segundo os permissionários, eles não foram comunicados com antecedência. O aviso do governo só veio na tarde desta quinta-feira (29), informando que a Ceasa seria fechada já nesta sexta (30) — deixando os comerciantes sem acesso às próprias mercadorias.
“Eu não acho justo o que estão fazendo com nós. Às 10 horas da manhã chamaram a gente pra uma reunião às 15h30. Quando foi 15h30, eles simplesmente comunicaram que o mercado não ia abrir hoje. Isso não é justo! Temos contas pra pagar. E a nossa mercadoria, como fica? Disseram ainda que só teremos outra reunião na próxima quinta-feira, daqui a oito dias. E até lá? Isso é um absurdo”, desabafou a permissionária Ilza Maria em entrevista ao Sete da Matina, na webtv do BNEWS.
O protesto acontece justamente em um dos períodos mais importantes para o comércio local. O fim do mês costuma ser dedicado ao abastecimento de mercadorias, e junho é estratégico para a venda de itens típicos da culinária junina, como milho e amendoim.
A escolha dos comerciantes de se manifestarem em frente à Cesta do Povo não é por acaso. Eles alegam que, já que ambos os estabelecimentos dividem a mesma estrutura, se há risco na Ceasa, o funcionamento da Cesta do Povo também deveria ser interrompido.
Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no YouTube!
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato