Salvador

Servidor da Prefeitura de Salvador é dispensado após ser preso por suspeita de agredir namorada

Reprodução/Ascom-PC/Haeckel Dias
Antônio Carlos Couto Carahy Neto foi detido por lesão corporal e ameaça à namorada em Salvador, gerando exoneração imediata  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Ascom-PC/Haeckel Dias
Analu Teixeira

por Analu Teixeira

Publicado em 13/08/2025, às 16h34 - Atualizado às 16h35



Um servidor da Prefeitura de Salvador foi exonerado após ser preso sob suspeita de agredir a namorada. O caso ocorreu na sexta-feira (8), em um apartamento no bairro Caminho das Árvores, área nobre da capital baiana, e a decisão foi confirmada pela gestão municipal nesta terça-feira (12).

A gestão municipal informou para a TV Bahia que o servidor, lotado na Secretaria de Mobilidade (Semob), foi exonerado e reiterou seu repúdio a “todo e qualquer ato de violência contra a mulher”.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Segundo a Polícia Civil, na noite de sexta-feira o homem de 50 anos foi detido em flagrante pelos crimes de lesão corporal, ameaça e injúria contra a vítima, uma mulher de 36 anos. De acordo com o registro da ocorrência, ela sofreu agressões físicas e verbais e conseguiu pedir ajuda a vizinhos para deixar o imóvel.

Com o suspeito, a polícia apreendeu uma pistola, um carregador e 13 munições. Ele foi encaminhado para a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam/Casa da Mulher Brasileira). No domingo (10), passou por audiência de custódia e foi liberado.

A defesa solicitou liberdade provisória alegando inexistirem motivos para a manutenção da prisão. No interrogatório, o acusado negou ter agredido diretamente a vítima, afirmando que a discussão começou por ciúmes e que apenas tentou segurá-la quando ela tentou se levantar. Disse ainda não saber como ocorreu o sangramento relatado.

Durante a audiência, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu a homologação da prisão em flagrante e a aplicação de medidas cautelares para proteger a vítima.

O juiz homologou a prisão, mas concedeu liberdade provisória ao acusado, impondo restrições como proibição de se aproximar da vítima a menos de 300 metros ou manter contato por qualquer meio, recolhimento domiciliar noturno das 22h às 6h, proibição de frequentar locais de venda ou consumo de bebidas alcoólicas e eventos, além da suspensão do registro da arma de fogo apreendida. T

O descumprimento pode resultar na revogação da liberdade provisória e na aplicação de novas sanções.

Clique aqui e inscreva-se no canal do BNews no Youtube!

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)