Salvador
Reivindicando melhores condições de trabalho, salva-vidas que atuam em Salvador pedem que novos postos para a categoria sejam incluídos no projeto da nova orla da cidade. Durante entrevista ao Jornal da Cidade desta sexta-feira (27), Pedro Barreto e Raphael Colaço, diretores da Associação Baiana de Salvamento Aquático (Abasa), afirmaram que essa é uma cobrança que existe há pelo menos dez anos.
“Tem sido uma sistemática da gestão municipal pedir paciência e adiar as soluções. Então, quando a gente vê uma obra da magnitude do que aconteceu agora, da Boca do Rio a Patamares, vê aquelas estruturas sendo erguidas, onde por uma década o mesmo grupo político afirmou pra gente que não podia construir ali, quando a gente vê que agora aquela restinga foi revolvida por tratores, virou concreto, [e antes] não podia abrigar o posto do salva-vidas. Aquele concreto todo chega e o posto do salva-vidas não chega junto”, disse Pedro Barreto.
Segundo Raphael Colaço, apesar de as alternativas de acesso às praias terem sido ampliadas, os salva-vidas ainda enfrentam más condições de estrutura para trabalho. “O projeto da reforma não contemplou os postos da vida. No início, ficamos com a esperança de que teria uma valorização do nosso serviço, mas fomos vendo tudo aquilo pronto, perguntando e o pessoal da obra dizia que não ia ter nada pra gente. Vocês já devem ter visto imagens por aí dos nossos postos, dá vergonha de trabalhar”, contou Raphael.
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