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Terceira noite do Camaforró 2025 mistura pagode baiano, forró e muita emoção em recorde de público

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O Camaforró bateu um novo recorde de público no último domingo (22), reunindo cerca de 86 mil pessoas  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 23/06/2025, às 08h08   Rebeca Santos



A terceira noite do Camaforró 2025 foi uma celebração da cultura nordestina, mesclando pagode baiano, sofrência, forró eletrizante, pé-de-serra, xote, baião e diversidade.

De acordo com a Polícia Militar da Bahia (PM-BA), o evento bateu um novo recorde de público no último domingo (22), reunindo cerca de 86 mil pessoas.

Abrindo o palco principal, Flávio José animou o público com clássicos atemporais do forró, como ‘Meu cenário’, ‘Me diz, amor’ e ‘De mala e cuia’.

“Cada refrão cantado é uma emoção nova. Lindo ver a música ecoando e tocando o coração das pessoas de forma leve e direta. É o nosso forró raiz, nessa festa tipicamente nordestina e regada de identidade”, destacou o artista.

A dupla Adelmário Coelho e Tarcísio do Acordeon transformou o Espaço Camaçari em um verdadeiro arraial, levando o melhor do forró pé-de-serra.

“Camaçari é minha casa. Aqui vivi grandes e importantes fases da minha vida. Fazer um show com toda beleza que abrange a rica cultura nordestina é também uma maneira de presentear, principalmente, os munícipes dessa cidade tão linda e rica em cultura”, afirmou Adelmário.

Tarcísio do Acordeon reforçou o carinho pela cidade.

“Ouvir a galera vibrando, cantando todas as músicas, não tem preço. Tenho muito carinho e respeito por Camaçari. É uma cidade rica, no turismo, na cultura, mas principalmente no povo que aqui reside, sempre muito acolhedor ao nosso trabalho. Espero voltar aqui mais e mais vezes”.

Já no fim da madrugada, por volta das 2h, Léo Santana subiu ao palco.

“No São João a gente também faz agonia. Mistura o desce no chão ao dançar colado. O importante é se divertir sem confusão”, declarou.

Fechando a noite com chave de ouro, Devinho Novaes ativou o modo sofrência.

“Quando o boyzinho entra em cena, o pessoal já sabe que é para fazer aquele som potente, até quem não tem motivo sofre, mas é aquela sofrência boa”, brincou o cantor.

Classificação Indicativa: Livre

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