Saúde
por Leonardo Oliveira
Publicado em 29/09/2025, às 14h08
Um novo estudo tem mostrado que até pequenas quantidades do consumo de bebida alcoólica podem fazer mal à saúde do cérebro. "Evidências genéticas não oferecem suporte para [sugerir] um efeito protetor na verdade, sugerem o oposto. Mesmo o consumo leve ou moderado de álcool pode aumentar o risco de demência", disse a psiquiatra e autora principal do estudo, Anya Topiwala.
A pesquisa foi publicada no periódico BMJ Evidence-Based Medicine. De acordo com o estudo, quanto maior a bebida, maior o risco. Quem bebe de forma intensa (mais de 40 doses por semana) tem risco 41% maior de ter demência em relação a quem bebe de forma leve (menos de sete doses por semana).
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Já a dependência de álcool está ligada a um aumento de 51% no risco. Uma dose equivale, em média, a uma lata de cerveja (350 ml), uma taça de vinho (150 ml) ou uma dose de cachaça, uísque ou outros destilados (45 ml).
Além disso, aumentar o consumo de uma para três doses por semana, ou de cinco para dezesseis, causa um risco 15% maior de desenvolver demência. “Nossas descobertas não se aplicam apenas a pessoas com uma predisposição genética específica, mas também a qualquer pessoa que opte por beber. Nosso estudo sugere que um maior consumo de álcool leva a um risco maior de demência”, afirma Stephen Burgess, estatístico da Universidade de Cambridge.
A Organização Mundial da Saúde OMS alerta que qualquer quantidade da substância tóxica faz mal à saúde. O consumo de álcool tem papel causal em mais de 200 doenças, lesões e outras condições de saúde.
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