Saúde
Publicado em 05/02/2026, às 15h57 Lorena Alcantara
Uma parceria para enfrentar o comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes, foi firmada entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF).
A Anvisa ressalta que o acordo com o MPF tem objetivo de garantir que a resolução que proíbe a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos, em território nacional, seja efetivamente cumprida.
Dentre as ações acordadas, estão o compartilhamento sistemático de informações técnicas e dados sobre fiscalizações feitas em ambientes físicos e virtuais, além da realização de ações coordenadas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, em outubro do ano passado, para o uso crescente dos cigarros eletrônicos, sobretudo, entre os adolescentes. O órgão estima que cerca de 15 milhões de jovens entre 13 e 15 anos sejam fumantes em todo o mundo.
Estudos realizados pela PUC-Rio, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), chegaram à conclusão que os líquidos encontrados no mercado ilegal brasileiro apresenta toxicidade antes mesmo de serem aquecidos pelo dispositivo.
Segundo a pesquisa, os líquidos dos vapes, embora sejam compostos por glicerina vegetal e propilenoglicol, possuem aditivos como aromatizantes, nicotina e agentes de resfriamento, que aumentam os seus efeitos tóxicos. O uso do produto leva à diminuição da viabilidade celular e da atividade mitocondrial, independente da sua origem ou do país onde a venda ainda é permitida.
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