Saúde

Consumo de carne vermelha processada está associado a maior risco de doença, aponta estudo

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Estudo revela se comer menos carne faz bem pra saúde  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa/Pixabay
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 17/01/2025, às 13h12



Reduzir o consumo de carne vermelha pode trazer diversos benefícios à saúde. Um estudo publicado na última quarta-feira (15), no periódico Neurology, aponta que comer menos desse tipo de proteína impacta positivamente o coração, o meio ambiente e até mesmo a saúde cognitiva a longo prazo.

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De acordo com a pesquisa, pessoas que consumiam um quarto de porção ou mais de carnes vermelhas processadas, como bacon, mortadela e cachorro-quente, apresentaram um risco 13% maior de desenvolver demência em comparação com aquelas que ingeriam menos de um décimo de porção por dia.

Uma porção de carne vermelha equivale a cerca de 85 gramas, o que corresponde, aproximadamente, a duas fatias de bacon, 1,5 fatia de mortadela ou um cachorro-quente, conforme detalhado no estudo. Além disso, os pesquisadores descobriram que o consumo diário de uma porção extra desse tipo de carne processada pode acelerar o envelhecimento cerebral em até 1,6 ano, em média.

Apesar dos resultados, o estudo tem caráter observacional, ou seja, não confirma que as carnes vermelhas processadas causam demência, mas sim que há uma associação entre o consumo e o risco da doença.

A investigação sobre essa relação ainda está em andamento, segundo Daniel Wang, professor assistente do departamento de nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health e um dos autores do estudo. As informações são da CNN Brasil.

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