Saúde
por Natane Ramos
Publicado em 16/07/2025, às 19h20 - Atualizado às 19h30
Os diabéticos frequentemente apresentam dificuldades com a cicatrização de feridas devido às complicações do diabetes, como a má circulação, a neuropatia eo comprometimento do sistema imunológico que acabam aumentando os riscos de possíveis amputações.
Durante o programa "Se Liga Bocão", apresentado por Zé Eduardo e Rafaela Albuquerque, nesta quarta-feira (16), a Dra. Gabriela Kruschewsky, formada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e especializada em Dermatologia e Tratamento de Feridas pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), explica como os diabéticos podem evitar o agravamento das feridas e, consequentemente, a amputação.
Com mais de 15 anos de experiência, a Dra. Kruschewsky destacou que "o mais importante é a prevenção". A médica informou sobre a importância de não recorrer a tratamentos caseiros e procurar um profissional.
"Se você está com uma ferida, em vez de ficar usando uma pomada, óleo, creme, receitas caseiras, folhas, busque uma ajuda, porque isso pode definir a sua evolução, inclusive evitando uma amputação", relatou.
A especialista informou que, na maioria das vezes, essas metodologias geram infecções devido ao manuseio incorreto, acúmulo de sujeiras e medicamentos não indicados. "Esse uso de produto de forma inadequada aumenta o risco de infecção e, consequentemente, todos os problemas que a ferida pode levar", comentou.
Dra. Gabriela Kruschewsky ressalta que a ferida apresenta efeitos não somente físicos, mas emocionais, por abalar o ciclo de convivências da pessoa. "Porque a ferida não é somente a questão física. aAferida é uma questão emocional, uma questão mental. Você tira de muitas pessoas, com ela, sua capacidade produtiva", refletiu.
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