Saúde
por Gabriel Santana
Publicado em 24/09/2025, às 19h20
A aterosclerose tem uma nova categoria de risco extremo, criada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia para pessoas com casos de doenças cardiovasculares, confirmada pela atualização da Diretriz de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose, lançada nesta quarta-feira (24), focada em endurecer as metas do colesterol.
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A aterosclerose é uma doença inflamatória crônica, causada pelo acúmulo de gordura nas paredes das veias e vasos sanguíneos que levam oxigênio e nutrientes do coração pelo corpo. De acordo com o g1, a principal mudança é a inclusão da categoria de risco extremo para o LDL, conhecido como “colesterol ruim”.
É a primeira vez que a diretriz do Brasil inclui a categoria de risco extremo para focar em endurecer as metas do colesterol e adicionar novos marcadores do problema. Agora, a meta é de menos de 40 mg/dL.
Veja as novas metas do colesterol baseado em:
Baixo risco: meta agora < 115 mg/dL (antes < 130 mg/dL)
Intermediário: meta < 100 mg/dL (sem mudança)
Alto: meta < 70 mg/dL (sem mudança)
Muito alto: meta < 50 mg/dL (antes < 70 mg/dL)
Extremo: nova categoria, meta < 40 mg/dL
O “dL” é unidade de medida que indica quanto colesterol está presente na corrente sanguínea. O modelo considera idade, sexo e histórico clínico para estimar de forma mais precisa quem está próximo de desenvolver algum episódio de infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) nos próximos dez anos.
Ricardo Kazunori Katayose, cirurgião cardiovascular do Hospital Beneficência Portuguesa, relata que a meta da mudança é diminuir os episódios e colaborar para que futuros infartos, em pacientes já debilitados, não ocorram.
“Ao criar a categoria de risco extremo, a diretriz reconhece que pacientes que já tiveram múltiplos eventos precisam de metas mais agressivas”.
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