Saúde
por Gabriel Santana
Publicado em 23/09/2025, às 17h35
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huanzhong, na China, e divulgado pela revista científica JAMA Network Open, em 9 de junho de 2025, apontou que a atividade de pedalar pode estar ligada a diminuição dos riscos de demência de início jovem, em até 40%.
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De acordo com o g1, o estudo analisou quase meio milhão de pessoas em um banco de dados disponível na Inglaterra. Em mais de treze anos de acompanhamento, pessoas que realizavam viagens com bicicletas ou semelhantes, apresentaram uma taxa entre 17 e 40% de menos riscos para diversas formas da demência. O exemplo mais notável foi em pessoas com a variante APOE e4, a responsável pelo aumento do risco da doença.
A prática de ciclismo ou através da forma híbrida (caminhada e bicicleta), apontaram para algumas diminuições de risco para doenças específicas:
O grupo dos adultos avaliados pelo estudo atingiu 479.723 adultos e com média de 56,5 anos. Vale lembrar, que os dados do estudo foram auto-relatados e medidos apenas uma vez. O estudo ainda precisa fazer testes com mais pessoas de diferentes etnias, para entender as consequências dos benefícios ao coração, metabolismo e cérebro.
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