Saúde
O governo do Acre decretou situação de emergência em saúde pública neste sábado (10), devido ao aumento expressivo nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e da superlotação dos leitos de UTI pediátricos.
A decisão tem como objetivo acelerar a adoção de medidas administrativas e assistenciais, diante da crescente ocupação hospitalar, especialmente entre crianças.
De acordo com o Boletim Epidemiológico, emitido pela Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), 872 internações por SRAG foram registradas até a 18ª semana epidemiológica de 2025 – número próximo ao de 2024 (920) e significativamente maior que o de 2023 (669). Os dados indicam um comportamento sazonal, porém com agravamento no perfil clínico dos pacientes. A maior parte das internações está concentrada nos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasileia.
Antes do decreto, a Sesacre já vinha adotando medidas preventivas, como a ampliação do número de leitos clínicos e de UTI no Hospital da Criança, na capital, e a ampliação de leitos também no interior.
Desde abril, a unidade de referência em Rio Branco passou a contar com 70 leitos de UTI pediátrica, além dos leitos clínicos de retaguarda. No Juruá, a circulação simultânea de diferentes vírus respiratórios, com destaque para Sars-CoV-2, rinovírus, vírus sincicial respiratório (VSR) influenza B e influenza A, como os mais frequentes nos pacientes hospitalizados com diagnóstico de pneumonia e bronquiolite – está associada a casos mais severos, com diagnósticos frequentes de bronquiolite e pneumonia. As faixas etárias mais afetadas são as de 0 a 9 anos e acima de 60 anos.
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