Saúde

Manhã, tarde ou noite? Saiba melhor horário para tomar vitamina B12

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A vitamina B12 desempenha um papel fundamental no organismo e deve ser reposta caso não haja produção natural  |   Bnews - Divulgação Freepik

Publicado em 26/08/2024, às 18h46   Redação BNews



A vitamina B12 é essencial para o metabolismo de uma série de carboidratos e ácidos graxos e desempenha um papel fundamental no organismo. Quando há uma falta dela, é necessário fazer a suplementação. Mas, afinal, qual é o melhor horário para tomar a B12?

Não há uma orientação médica oficial sobre o horário ideal para tomar suplementos vitamínicos, porém pesquisas apontam a eficácia na absorção caso sejam tomados em alguns momentos do dia, observando sempre se é solúvel em gordura ou solúvel em água.

Segundo o Catraca Livre, a vitamina B12 pode ser mais benéfica caso seja tomada ainda no início da manhã, pois é o momento que, normalmente, o estômago está vazio. Por ser solúvel em água, ela é melhor absorvida quando está livre de alimentos gordurosos. 

A deficiência de B12 pode ser causada por diversos motivos, entre eles:

  • dieta vegana rigorosa;
  • anorexia;
  • deficiência do chamado fator intrínseco (proteína necessária para a absorção da vitamina B12): pode ocorrer devido à remoção (parcial) do estômago ou na inflamação crônica da mucosa gástrica;
  • uso de certos medicamentos, como omeprazol e metformina ;
  • absorção prejudicada de vitamina B12 no intestino, por exemplo, devido a doenças inflamatórias intestinais crônicas, como doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou remoção parcial do intestino;
  • uma necessidade aumentada (por exemplo, durante a gravidez).

Dentre os sintomas, os que mais afetam as pessoas são:

  •  alterações na pele, como rachaduras nos cantos da boca;
  • anemia, cansaço, fadiga, dor de cabeça, tontura, pulso fraco e falta de ar; 
  • aumento da concentração de um aminoácido chamado homocisteína no sangue, que é um fator de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão, AVC ou trombose;
  • memória fraca, falta de concentração, fadiga, humor depressivo, confusão;
  • risco maior de demência de Alzheimer em idosos;
  • perda de cabeço;
  • dores de cabeça ou enxaquecas;
  • intolerâncias e alergias alimentares.

Classificação Indicativa: Livre

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